Tem-se tornado um lugar-comum dizer-se que nas eleições americanas elege-se mais do que o chefe de um estado Ocidental; elege-se o presidente do Mundo.

Se esta é uma posição exagerada, ou não, não me interessa muito discutir nesta altura. Aquilo que na realidade é importante sublinhar é que as eleições americanas tornaram-se num acontecimento mediático à escala global.

Tal como a conversa de futebol ao café, é normal que se dê uma olhada a como vão as primárias nos EUA. Se é por se reconhecer a importância política do cargo, ou por se tratar da nação que nos acultura um pouco todos os dias, ou por ambas as situações, a verdade é que toda a gente tem a sua opinião sobre a sra.Clinton, o Obama e o Rudy e existe um interesse sobre quem será o futuro inquilino da Casa Branca.

Aquilo que o site Electoral Compass faz é colocar o vistante perante um inquérito e, com base nas suas respostas, indicar-lhe qual o candidato com que mais se assemelha. Eu fiz o teste e deu-me Bill Richardson, o democrata sem hipóteses, em primeiro seguido a 1% de distância pela Hillary.

Cada um que faça o seu e depois diga como foi. Eu já o fiz.