Fiquei espantado ao ler este artigo na Rolling Stone, onde os fãs se queixam do volume demasiado alto de “Death Magnetic”, o último álbum dos Metallica.

Por acaso, também acho que há alguma dificuldade em compreender as letras de Hetfield por entre todo o som das baterias e guitarras, mas daí a reclamar que o som está muito alto… Para remediar, os fãs estão a descarregar a versão do álbum que foi feita para o “Guitar Hero”, que tem o volume um pouco mais baixo.

Mas, não deixa de ser surreal: fãs de Metallica a pedir a Hetfield, Ulrich, Hammet e Trujilo para baixarem o volume.

«For the first time ever, Metallica fans are asking the band to turn the volume down. In online forums and at least one petition, some buyers of Metallica’s new album are arguing that the group cranked the sound levels on its new album, Death Magnetic, to a point where the music is distorted and compromised. Even the album’s mastering engineer, Ted Jensen, criticized the album’s sonics in an e-mail to a fan. “In this case the mixes were already [pushed to the max] before they arrived at my place,” he wrote. “Believe me, I’m not proud to be associated with this one, and we can only hope that some good will come from this in some form of backlash against volume above all else.»

Se tudo correr como planeado, e o trânsito da A5 não complicar a minha vida, logo à noite estarei sentado nas bancadas do Estádio da Luz a apoiar o Benfica.

Será a primeira vez que assistirei a uma partida europeia do Glorioso. E, para adversário, dificilmente se encontrava equipa com mais história: o Nápoles de Diego Armando Maradona.

Naturalmente, Diego Maradona não vai jogar mas o seu nome encontra-se para sempre associado ao clube napolitano. Aliás, o nome de Maradona é superior em tudo ao do Nápoles… o homem até tem uma Igreja!

Bem, mas “Maradonas” à parte, logo é noite de jogo e é altura de o Benfica de Quique mostrar que a vitória sobre o Sporting não foi apenas um feliz acaso. Pelo menos, assim espero.

E, às 20h15, lá estarei eu na Luz. SLB!