David Fonseca é um dos nomes do momento da música portuguesa. Como se escreveu na Pública há umas semanas atrás, o ex-líder dos Silence 4 está a um passo de poder fazer o que lhe apetecer.

E tanto que (quase) pode fazer o que lhe apetece, que até coloca online um vídeo que retrata o “making of” the “Kiss Me, Oh Kiss Me”, a minha faixa favorita do seu último álbum.

Lá descobrimos como um único homem pode criar uma multiplicidade de sons e interpretá-los todos ao mesmo tempo, recorrendo, naturalmente, a equipamentos electrónicos. Um autêntico “one man show.

Quando se diz que o menino pode fazer o que quiser, é porque David Fonseca quebra barreiras com o seu comportamento e a atitude anti-vedeta que o ameaça tornar na maior vedeta portuguesa de todas. Inova na música, sem ter medo de ser olhado com desconfiança, nem tem problemas em se expor, desde que ache que a música venha a ganhar com isso.

O vídeo de “Rocket Man” é um exemplo de algo que podia ter descambado para o ridículo. Pelo contrário, o músico de Leiria conseguiu que a sua versão chegasse até Sir Elton. E fosse elogiada, segundo consta.

Tenho pena de que não cante em português, mas David Fonseca encanta o público em inglês e, afinal, a música não é uma língua universal?

Agora há condições

Abril 22, 2008

“Há condições para haver uma mudança no PSD com uma candidatura séria e credível reconhecível por todos, dentro e fora do partido.”

Quem o diz é Pacheco Pereira, que já não coloca a seta do PSD virada para baixo.

Agora há condições

Abril 22, 2008

“Há condições para haver uma mudança no PSD com uma candidatura séria e credível reconhecível por todos, dentro e fora do partido.”

Quem o diz é Pacheco Pereira que já não coloca a seta do PSD virada para baixo.

Agora há condições

Abril 22, 2008

“Há condições para haver uma mudança no PSD com uma candidatura séria e credível reconhecível por todos, dentro e fora do partido.”

Quem o diz é Pacheco Pereira, que agora já não coloca a seta do PSD virada para baixo.

E parece que desta é mesmo a sério. Não foi quando saiu Durão, nem quando Santana se afundou. Também nunca se opôs a Mendes, mas desta vez ela vai mesmo. Manuela Ferreira Leite candidata-se à liderança do PSD e com óptimas possibilidades de vencer. De vencer o partido, entenda-se. Porque para chegar a São Bento vai ser preciso um pouco mais.

Para já, conta com os apoios das figuras mais fortes, especialmente de Rui Rio. Será que Aguiar Branco vai reconsiderar a sua candidatura? E António Borges? Apoia a solução Ferreira Leite? Para acompanhar a partir de amanhã.

Mais aqui.

Mais um

Abril 19, 2008

Depois do escândalo que envolveu o Northern Rock no Outono, agora é a vez do Royal Bank of Scotland anunciar dificuldades. Depois da compra da ABN-Ambro, o banco perdeu liquidez e apresenta resultados preocupantes. Tão preocupantes, que terá de ir à banca. E não vai pedir trocos, estando previsto que a verba a emprestar ao banco para assegurar a sua solvência se cifre entre os 15 e 18 milhares de milhões de Euros. Mais um grande banco em dificuldades.

“At issue is Royal Bank’s “core capital”—a cushion composed mainly of shareholders’ money that regulators insist banks hold against bad times—which stands at about 4.5% of risk-weighted assets. This is the lowest of any big British bank and well below the 6% that most banks consider a reasonable minimum level. For Sir Fred Goodwin, the chief executive of Royal Bank, the prospect of having to go cap in hand to shareholders for a bailout would be a deep humiliation and many believe that Sir Fred’s head may well be the price that shareholders demand in exchange for supporting a share issue that may dilute their existing holdings by as much as 50%. If that is the case it would mark the end of a career that was marked by both brilliance and hubris.”

Ler mais aqui.

Já passaram 6 meses?

Abril 17, 2008

E, tal como o mini-tornado de Santarém, Menezes chegou, mexeu com tudo à sua volta e despediu-se com a mesma surpresa com que venceu as eleições em Setembro. Pelo meio, fica uma passagem fugaz, para posterior avaliação histórica, pela presidência do PSD.

“Em todas as circunstâncias do passado decidi quando entrava e quando saia. Assim, como líder do PSD, eleito a 28 de Setembro, e assumindo todas as responsabilidade deste gesto, vou solicitar ao Conselho Nacional na próxima semana que convoque eleições directas para o próximo dia 24 de Maio”, disse o agora futuro ex-líder do PSD.

A verdade é que Menezes terá sido o líder mais contestado internamente da história do partido. Porém, apesar de não ter sido ajudado por essa divisão interna, não deixa também de ser verídico que se colocou muitas vezes a jeito para a contestação que foi sendo levantada à sua volta. Em seis meses, não chegam os dedos das mãos para contar as decisões disparatadas do líder, que apenas serviram para o distanciar mais dos notáveis.

E, a verdade é que apesar de ter o apoio das bases, quem faz pressão mediática são as figuras do aparelho. Os Marcelos, os Aguiares Brancos, os Rios, esses todos que, de tanto baterem, feriram de morte a liderança Menezes/Santana. Ao actual líder de pouco vale o conforto de saber que o militante comum está com ele. A contestação exercida pela minoria ‘notável’ bastou para o desgastar a si, aos seus apoiantes e às suas políticas.

Depois de dois anos a perseguir Mendes, o caçador tornou-se na presa e Menezes deixou o cargo pelo qual sonhou tanto tempo.

Sócrates continua aliviado mas, e em função daquilo que se decidir no acto eleitoral, poderá vir a ter maiores razões de preocupação no futuro. Agora, é esperar e ver.

Para mais, ver aqui.

Ramos Horta

Abril 14, 2008

A CNN publicou no seu site a entrevista com o presidente de Timor-Leste, José Ramos Horta. Ao longo da mesma, o estadista recorda o incidente, tal como os passos que tem dado para recuperar. Conta também como se sente uma pessoa diferente.

“On February 11, a group of renegade soldiers invaded my home. As I walked toward my house, I was not aware that they had disarmed my guards and broken into the house, knocking down doors looking for me. But as I walked up the street — ironically, Robert F. Kennedy Boulevard, named for one of my heroes — I saw one of the renegades and knew that he was going to shoot me. As he aimed for my heart, I turned to run. Instead of the left side of my chest, he shot me twice in the right side of the back.”

Para ler aqui.

Iraque em BD

Abril 12, 2008

Mais um da Economist.

I’m f*cking Matt Damon

Abril 11, 2008

É um dos vídeos da moda no You Tube. A comediante norte-americana, Sarah Silverman, vai ao talk-show do namorado, Jimmy Kimmel, para lhe confessar uma coisa: “I’m fucking Matt Damon”, canta a menina.

O “Jimmy Kimmel Show” é um dos talk-shows do momento nos EUA, e no final de cada emissão Jimmy Kimmel agradece aos convidados e pede desculpa a Matt Damon por não ter tempo para o receber. E Damon, depois de anos de gozo por parte de Kimmel, respondeu ao apresentador dormindo com a sua namorada.

Claro que nada disto é a sério e o vídeo vale precisamente porque é bastante engraçado. Para além do carácter sem vergonha da coisa, vemos o próprio Damon em poses cómicas e pouco habituais a confirmar aquilo que, por esta altura, toda a gente sabe: Sarah Silverman anda a dormir com  Matt Damon.