JFK – O político perfeito?

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Nascido a 29 de Maio de 1917 no estado do Massachusetts – EUA – e descendente de irlandeses, John F. Kennedy viria a tornar-se num autêntica lenda da política americana e mundial.

Depois de servir o exército americano em Guadalcanal durante a II Guerra Mundial, entrou para o Partido Democrata e, em 1946 foi eleito para servir o Estado e o partido como deputado federal. Em 1952 entra para o Senado, casando-se pouco depois com Jacqueline Bouvier. São desse tempo duas operações de correcção à coluna vertebral que quase o mataram. Kennedy recebeu por duas vezes a extrema-unção.

Em 1960 anuncia a sua candidatura à Casa Branca. Nas eleições mais renhidas da história, ganha lugar ao até então vice-presidente, Richard M. Nixon, e torna-se no trigésimo quinto presidente, com mais 70 000 votos correspondentes a 50.00000001 por cento dos votos.

O início da presidência de Kennedy é algo atribulado, principalmente nas questões de política externa. A, falhada, invasão de Cuba apoiada pela CIA é um rude golpe mas o facto de assumir a responsabilidade pelo sucedido aumenta a sua popularidade. Após o seu primeiro encontro com Nikita Krushchov, este último manda construir o muro de Berlim. A crise dos mísseis de Cuba em 1962 é outro momento complicado mas que Kennedy consegue contornar, começando aí a ganhar a admiração Mundial.

Internamente as coisas sempre lhe correram melhor. A economia crescia e o país estava melhor. Excepção feita ao Sul, onde as tensões racistas continuavam a verificar-se e a incrementar.

Após Gagarine ter completado uma órbita em torno da Terra, Kennedy anuncia o desejo americano de chegar à lua. De ser um americano o primeiro homem a pisar a lua. Quando os mais cépticos lhe criticavam e duvidavam da concretização do projecto, ele respondeu: “Nós decidimos ir a Lua. Nós decidimos ir a Lua nesta década e fazer as outras coisas, não porque elas são fáceis, mas porque elas são difíceis”.

Em 1963 a recandidatura era uma certeza. A única espinha era o Texas, estado natural do vice-presidente Johnson que mesmo assim não conseguia contribuir para a vitória de Kennedy nesse estado de capital importância. Assim, Kennedy decidiu viajar até ao Texas para uma viagem de dois dias. Após visitar San Antonio, Houston e Fort Worth, chega a Dallas a 22 de Novembro. Enquanto desfilava pela cidade num automóvel descapotável é atingido com dois tiros, um no pescoço e outro na cabeça – fatal. Kennedy morreu 30 minutos depois.

O seu assassino foi Lee Harvey Oswald, um antigo marine. Nunca se percebeu por que razão o fez porque a 24 de Novembro foi assassinado por Jack Ruby, um conhecido criminoso com ligações à máfia e uma doença terminal. Exactamente pelas circunstâncias da morte, a memória de Kennedy foi mistificada e é venerada por todos, sendo relembrado com pesar por amigos e adversários.

O facto é que Kennedy marcou uma nova forma de fazer política. Depois dele nada voltou a ser como era. Se não tivesse morrido em Dallas, o que teria acontecido? Será que a Guerra-Fria teria terminado mais cedo? Viveríamos numa sociedade mais pacífica?

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