Da Liberdade

Como se podem delimitar os limites da minha liberdade? Aonde acaba o meu livre arbítrio e começa o do outro? A resposta óbvia é que esse limite se encontra quando as nossas acções interferem com o bem-estar dos outros, da sociedade.

Isto é, cada um poderá fazer aquilo que bem entender desde que não cause prejuízo a terceiros. O aspecto a analisar são as consequências das nossas acções, e não as acções em si mesmas. Isto é, a acção é boa ou má, dependendo das consequências que tem para os outros. Consequências boas, acções boas; consequências más, acções más.

Assim, “o único fim para o qual as pessoas têm justificação, individual ou colectivamente, para interferir na liberdade de acção de outro, é a autoprotecção”. Ou seja, a prevenção de danos a outros. “O seu próprio bem, quer físico, quer moral, não é justificação suficiente” para interferir no curso de acção seguido pelo indivíduo.

Será mesmo assim tão simples?

Post escrito com a ajuda de John Stuart Mill

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