The Who – o tributo merecido

Não fosse o facto de ter calhado em semana de Enterro da Gata, e também eu teria estado no Pavilhão Atlântico na última quarta-feira para ver The Who. A banda de Townsend e Daltrey esteve em Lisboa e tocou para o público português.

Inovadores na escrita e no arranjo dos seus temas, os The Who pertencem àquela linha “old school” britânica, que despoja a alma em cada concerto, em cada álbum para qualquer público.

A par de outros monstros, como os Pink Floyd e Beatles – e até antes deles – criaram os chamados “álbuns conceptuais”, isto é, narrativas que se desenvolvem ao longo do disco. Uma faixa serve de capítulo. “Tommy” e “Quadrophenia” são dois dos melhores exemplos desse estilo.

Recuperados para as gerações mais novas por interpretarem os temas dos três CSI’s, os The Who são um exemplo de longevidade no rock, já não contando na sua formação actual com os contributos de Keith Moon e John Entwisle, ambos entretanto falecidos. 

Muito mais se poderia escrever. Mas quando toca aos The Who, o melhor é ouvir. Ouvir e ver ainda melhor. The Who no seu melhor.

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