Paul, let it be

Por estes dias, a notícia principal em Inglaterra não é o caso Maddie, nem sequer as canceladas eleições legislativais ou o caso de corrupção na BBC. O caso do momento é o divórcio de Paul McCartney.

Há nove semanas que as audiências começaram no tribunal e o principal entrave é mesmo o valor da indemenização a pagar pelo Beatle à sua futura ex-mulher, a ex-modelo Heather Mills.

Mills, inicialmente, pretendia receber metade do valor da fortuna de McCartney (estimada em 825 milhões de libras). Porém, o dono da segunda maior fortuna ligada à música em Inglaterra apenas se mostrava disposto a pagar £50 milhões (pouco mais de 70 milhões de euros).

As últimas notícias davam, contudo, conta de que o valor a pagar poderá mesmo cifrar-se em £70 milhões de libras, pelo facto de Mills vir a ficar com a custódia da filha de ambos, a pequena Beatrice de três anos.

Apesar de todo o turbilhão à volta de uma metade da mais reconhecida e laureada dupla de compositores da história da música pop, Paul conseguiu ter tempo para dar uma saltada à inauguração de uma exposição de arte a seguir à audiência, acompanhado pelas filhas mais velhas e por algumas estrelas do cinema, incluindo Gwyneth Paltrow.

Sinceramente, nada disto me parece relevante. A única coisa que me interessa é a música de McCartney. Essa sim, faz a diferença. A música de McCartney e dos restantes ‘fab’. Os dias de Abbey Road e Rubber Sould, the Come Together e Revolution. Isso sim. Shall we get back to those days?

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