George Harrison (1943-2001)

 

Faz hoje seis anos que morreu George Harrison. O “quiet Beatle”, como foi apelidado, juntou-se a John Lennon no dia 29 de Novembro de 2001. Aos 58 anos, Harrison não aguentou o cancro que atacava os seus pulmões e deixou-nos.

Durante a carreira dos ‘Fab Four’ Harrison contribuiu com bastante música para o reportório do grupo, como “Something”, “Here Comes the Sun” ou “While My Guitar Gently Weeps”. Notícias da época, no entanto, dão conta de uma certa desconfiança de McCartney e alguma relutância de Sir Paul em aceitar todas as contribuições propostas por George.

Não é por isso de estranhar que o primeiro álbum a solo de George Harrison, “All Things Must Pass”, tenha sido um álbum triplo, o primeiro da história da música rock, e que boa parte das músicas presentes no disco tinham sido escritas nos tempos da beatlemania, apesar de não aproveitadas pelo quarteto de Liverpool.

“All Things Must Pass” é, ainda hoje, o álbum mais vendido de um qualquer ex-Beatle. Para além desse disco, Harrison organizou o primeiro concerto de beneficência de larga escala, “The Concert for Bangladesh”.

Hindu por convicção, não “oficial” pois a religião não permite conversões, Harrison deixou essa vocação religiosa penetrar na sua música, quer pelas letras e pelos arranjos, quer pela introdução de certos instrumentos desconhecidos no Ocidente, como a cítara.

Tem havido alguma especulação sobre se as suas cinzas – o corpo de George Harrison foi cremado – teriam sido espalhadas pelo Ganges, tal como sugere a tradição hindu. As informações mais consistentes não confirmam essa teoria, mas a colocação das cinzas tem sido ocultada, não se conhecendo ao certo o seu paradeiro.

Aquilo que se sabe é que Harrison partiu deste Mundo numa mansão de Hollywood, que havia pertencido, posteriormente, a Paul McCartney  e que, oficialmente, era a casa de um segurança pessoal do próprio George, Gavin de Becker.

Após a sua morte, a família divulgou uma nota: “Ele [George] deixou este Mundo da mesma maneira como viveu nele: ciente de Deus, sem medo da morte e em paz, rodeado por familiares e amigos. Várias vezes ele disse que “tudo o resto pode esperar, mas a procura por Deus não; amem-se uns aos outros”. Assim seja.

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