Dinheiro no Islão

Perceber como funciona o mercado financeiro no Islão é uma das metas do artigo desta semana da Economist. A revista procura entender como a religião pode influenciar a forma de se ver e entender a economia e o mercado capitalista.

A revista até encontra uma justificação para a adesão dos muçulmanos ao mercado livre com recurso ao Alcorão. Então não é que o profeta já havia previsto a aplicação de coimas aos especuladores e a cobrança de juros?

Companies that operate in immoral industries, such as gambling or pornography, are also out of bounds, as are companies that have too much borrowing (typically defined as having debt totalling more than 33% of the firm’s stockmarket value). Such criteria mean that sharia-compliant investors steer clear of highly leveraged conventional banks, a wise choice in recent months.

Despite these prohibitions, Islamic financiers are confident that they can create their own versions of the important bits of conventional finance. The judgment of what is and is not allowed under sharia is made by boards of scholars, many of whom act as a kind of spiritual rating agency, working closely with lawyers and bankers to create instruments and structure transactions that meet the needs of the market without offending the requirements of their faith.

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