Playboy Portugal

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Sempre gostei mais das morenas. A pele sempre bronzeada. A imagem da água a agarrar-se a cada centímetro do corpo, ao mesmo tempo que vai também escorregando pela silhueta molhada, isto tudo enquanto elas deixam o mar e vêm a correr para se deitarem de costas para cima nas toalhas estendidas na praia. O reflexo do sol a bater-lhes nas costas, enquanto passamos o protector solar. Sim, sempre gostei das morenas.

E de entre todas as morenas que se passeiam pela praça pública portuguesa, houve sempre uma que me impressionou mais. A Mónica. A Mónica Sofia. Aquela miúda que estava naquela banda com outras duas miúdas. Bem, isso não interessa.

O que interessa é que a menina foi resgatada para a primeira capa da Playboy portuguesa. Diz-se que recebeu 30 mil euros para tirar a roupinha. Não sei se é verdade ou não, mas o facto é que merece cada cêntimo.

Comparado com aquilo que se faz em Portugal, este ensaio da Playboy foi demasiado refrescante. E a Mónica demasiado quente. As fotos, como é timbre da revista, conseguiram promover o erotismo sem suscitar a vulgaridade, a sensualidade em vez da crueza do nu.

Este primeiro número pode ser o prenúncio de algo muito interessante no panorama das revistas para homens em Portugal. É que a concorrência vai ter de se actualizar, se quiser concorrer contra as playmates do tio Hef.

Mesmo assim, a minha namorada, a minha princesa morena, é a mais linda.

Esta entrada foi publicada em Eclipses. ligação permanente.

6 respostas a Playboy Portugal

  1. saiDleinaD diz:

    Aguardei serenamente e expectante.
    Será que os tugas conseguiriam ultrapassar os tabus instalados e ousar com beleza e arte?
    Sim, porque o corpo e do feminino falamos, é uma arte.
    Os editores tinham (e têm) uma responsabilidade histórica: primeiro lançamento da “Playboy” em Portugal.
    Não conseguiram… não conseguiram…
    Primeiro pela escolha, porque a Mónica Sofia de beleza… deixa muito a desejar, muito menos seria fotogénica. Tentaram alterar a pose da modelo e foi um desastre: o pescoço ficou desalinhado com os ombros, a cabeça está puxada para a frente, aquele fatinho pobre que realça a parte do umbigo até parece que o alien está ali…
    O editor da revista e o da capa, bem deviam ser responsabilizados por este aborto…
    Mas ela lá ganhou as parcas moeditas que lhe deram, nem terá discutido, pelo contrário até se terá reverenciado por tanto que recebeu e não imaginava.
    Perderam uma oportunidade de inovar. Não souberam, sem criatividade o destino será o medianismo saloio… para saloio comprar (que os saloios não se ofendam…).
    Só pela capa, sejamos realistas por esta constatação: ela até parece ser corcunda, com aquela pose dos ombros puxados para a frente, para o cabelo encobrir as mamas bem descaídas…
    E dentro da revista, ver o quê lá dentro?!…
    Existe alguma arte nas suas poses vulgares?!. Ela não valeu os trinta mil que dizem recebeu…
    Por favor, de novo, sejamos realistas e compare-se à revista brasileira, para não falar da italiana ou outra, mas a brasileira onde encontramos o corpo feminino exposto com o esplendor da sua arte bela e e sensual…
    Sinceramente, a revista não vale os cerca de quatro euros, são mal empregues, ela é um bluff completo.
    A Mónica, tal como as outras que se encontram dentro, mais parecem saídas da Polinésia… perdoem-me as polinésias.
    Arte e ero, onde estão?!…
    Não temos criadores de arte. Para além de termos pudor no ar, ai que parece mal… muito protagonismo em querermos fazer igual, colocamo-nos em bicos de pés e acabamos por cair de joelhos… humilhados.
    As nossas puritanas desta geração moranguito e as nossas tias estoril-cascais, que se expõem para o tostão comissionário e a foto no vinte e quatro, fazem gala com esta mediana revisteca de bairro que se quer chegar à melhor do mundo, a brasileira. Esta sim, com mulheres lindas e desinibidas de preconceitos, que fazem do seu corpo uma arte de beleza pura de sonhar, imaginar e amar…
    Destas Mónicas… há muitas! Por menos fariam muito melhor.
    Convenhamos, em nome da arte, esta modelo é de uma pobreza de corpo, sem rosto, sem perna nem anca curvilínea de beleza e com arte ero, ela aparece tipo corcunda… mas aceite para o primeiro número, talvez porque o tal editor de capa gosta de mulheres de mamas caídas a dar-lhe gozo meio escondidas por cabelos longos mal-tratados e/ ou com (no interior) puxamamas-paracima barato…
    Temos mulheres portuguesas mais lindas e mais belas, de corpo mais lindo e mais perfeito, com verdadeira arte sensual. Na realidade, merecíamos muito melhor.
    Merecíamos muito mais e melhor… à portuguesa.

  2. JNV diz:

    O tempo que passei a ler a tua resposta, poderia ter estado a fazer coisas muito mais importantes, mas…

    … Olha que tu deves ter uns sérios complexos! Pá, há gostos para tudo, mas dizer que a tipa é feia e tem as mamas descaídas é estúpido. Ou não gostas de mulheres, ou gostas de mulheres feias. Gostava de ver com quem tu te deitas, se achas que esta é feia e descaída.

    O resto da revista é bem boa, com fotos provocantes e eróticas o suficiente para nos deixar bem alegres. A única coisa onde podes ter razão é nalgum puritanismo ainda evidente, como nos mostram as poucas fotos frontais das raparigas.

    mesmo assim, belos ensaios. Ou preferias ver uma tia da linha de cascais na capa?

    vai arranjar uma rapariga, mas é!

  3. saiDleinaD diz:

    JNV, não sei se pelo tempo que dedicaste à leitura do post e o cansaço obtido, não reparaste que me refiro à foto da capa…
    Esta foto que temos aqui, contra o sol, é diferente da escolhida para a capa onde ela se apresenta na idade da pedra.
    A capa é que faz imagem para a história do número primeiro e é um aborto completo.
    Quanto a mulheres, mesmo as feitas têm a sua beleza, mas falamos de arte editorial e não de mulher para incentivar a punheta do magala…

  4. Meus amigos,

    Agradeço a atenção depositada ao meu post mas não há razão para grandes exaltações. Um gosta das fotos, o outro abomina a capa. Facilmente conseguirão chegar a um entendimento.

    No que a mim me diz respeito, nem vejo a playboy pelas fotos. É pelos artigos.

  5. Fati diz:

    parece que a questão essencial está a escapar.

    1º onde foram tiradas essas fotos.
    2º onde será a próxima sessão

  6. Acho que o Fati veio meio pervertido de Manchester.

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