Mais um bocadinho de Obama

Ando a ler “Change we can believe in – Barack Obama’s Plan to Renew America’s Promise”, o livro onde, por altura da campanha eleitoral, Barack Obama apresentou o seu projecto para os EUA. 

A primeira parte do livro é uma espécie de programa eleitoral, onde elementos do staff de Obama vão apresentando as posições do então candidato nas mais diversas questões: economia, educação e política externa, para falar apenas de algumas áreas.

Na segunda parte da obra podemos ler alguns dos discursos mais marcantes de Obama, desde o proferido na noite em que anunciou a sua candidatura à nomeação pelo partido democrata, àquele que foi lido em Berlim, perante milhares de alemães que receberam Barack de braços abertos.

Neste momento estou a ler a secção do livro dedicada à política internacional, onde se refere que o grande objectivo é restaurar a liderança americana no Mundo, assim como dar aos Estados estrangeiros razões para acreditarem nos EUA e na sua vontade de participar no esforço de paz.  

Partilho aqui um excerto. Mais poderão seguir.

Finish the Fight Against Al-Qaeda and Turn the Tide Against Global Terrorism

“The attacks of September 11 were heinous acts that forced us to recognize that in this new century, we are no longer protected by our own power alone. In a globalized world, the power to destroy can stem from asymmetric threats such as individuals and terrorist groups with powerful weapons – not just states with armies.

Unfortunately, the Bush-Cheney Administration offered a twentieth-century response to this twenty-first-century problem and gave the terrorists the battle they want us to fight: a misguided invasion of Iraq, a nation that had nothing to do with the attacks of September 11. This, in turn, has tied down our military, stretched our budgets, increased the pool of terrorist recruits, and prompted the American people to question our engagementin the world. At the same time, instead of fighting Al-Qaeda and its allies where they are located on the wider battlefield of ideas, the leaders in Washington played politics with th terrorist threat.

Yet, just because President Bush misjudged the nature of the threats facing the United States does not mean that serious threats to our national security do not exist. The terrorists are at war with us. The threat is from violent extremists who are a small minority of the world’s 1.3 billion Muslims, but the threat is real. They distort Islam. They kill men, women, and children; Christians and Hindus, Jews and Muslims. They seek to create a repressive caliphate. To defeat this enemy, we must understand who we are fighting against and what we are fighting for.

It’s time to break out of Washington’s conventional thinking that has not kept pace with unconventional threats we face. It’s time to understand that we are facing a new kind of security challenge – and a new kind of enemy. Only by changing how we counter these threats and protect ourselves will we be able to make our nation safe and secure.”

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