Faz Louçã agora sentido?

Chamo a atençao para a entrevista de Francisco Louçã no i, jornal que após uma relação fria e distante no início me tem vindo a conquistar aos poucos. O líder discute algumas coisas interessantes, entre as quais a total impossibilidade de uma coligação com o PS, qual a posição real do Bloco no actual espectro político, o que quer dizer ser a “terceira força política” do país e como pretende o partido romper com a tradição de partilha e alternância do poder entre PS e PSD.

Um dos momentos mais interessantes da conversa que Louçã manteve com Ana Sá Lopes tem a ver com a defesa do líder bloquista de que os sectores estratégicos da economia devem ser nacionalizados. Com isto, diz o Francisco que empresas que monopolizem um determinado mercado vital para o país devem estar nas mãos do Estado. Se não há concorrência, porquê beneficiar um determinado agente privado?

Mais, Louçã critica os reguladores, apelidando o sistema de regulação do mercado de “fracasso” e uma “anedota para enganar os incautos”. Uma das mais interessantes entrevistas de Louçã nos últimos tempos. Vale a pena a leitura. E, aqui está ela.

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